O vice-diretor geral da Ferrari, Amadeo Felisa, confirmou a motorização que deverá ser adotada na sucessora da Enzo. O propulsor seria um V8 equipado com injeção direta de combustível e turbocompressor, para conseguir “substituir” à altura o mítico superesportivo.
A medida, de acordo com o executivo, não é apenas para melhorar a eficiência dos blocos. Segundo Felisa, o bloco precisa atender às novas normas de emissões, além de ter consumos plausíveis com nosso tempo. Um V6 turbinado não estaria descartado totalmente, mas é algo para o futuro. “Ainda pensamos que quanto mais cilindros tiver [o motor], melhor”, disse o vice-diretor.
Texto: Matheus Q.Pera


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