Na última semana a GM anunciou a chegada do Vectra Hatch para o nosso mercado ainda esse ano. Como todos os leitores do AutoDiário já sabem, o nome Vectra foi o escolhido para a nova geração do Astra desenvolvido pela Opel em solo brasileiro. As criticas pipocaram no lançamento da versão sedan e agora voltam a aparecer com a chegada da versão hatch, já que seria uma atitude lesiva ao consumidor vender um produto de uma categoria inferior a um nome que já foi de um modelo superior. Injustificáveis, de certa maneira.
A GM tem plena autonomia para escolher o nome que bem entender para seus carros. Ainda que a estratégia nos soe errada, já que o nome do atual líder da categoria vai ser a referência para o produto mais antigo que a empresa possui, claramente perdendo alguns pontos no prestigio, não há mal nenhum em vender a nova geração do Astra com o nome Vectra.
O AutoDiário, assim como todos os outros sites do ramo, além das revistas e jornais sempre bateram na tecla informando sobre todas as características desse modelo e de seus concorrentes. Sempre informando sobre as escolhas racionais, mostrando a origem de cada modelo e todas as suas qualidades (e defeitos).
Numa sociedade pautada na informação barata e abundante só leva gato por lebre quem quer. É um desabafo, sim. Não é aceitável dizer que alguém, ainda mais na categoria que o Vectra concorre, foi enganado por conta do nome do modelo. Ninguém, claramente, tem o dever de saber o mesmo tanto que um fanático, mas um pouco de pesquisa e informação ao menos antes de uma aquisição tão importante fazem sempre muito bem. É para isso que todos nós da imprensa automotiva trabalhamos.
Por Guilherme Lopes

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